Mama mia!

Prevenção e Detecção Precoce do Câncer de Mama

O câncer de mama é o segundo mais frequente no mundo e o mais comum entre mulheres. Estima-se que, no Brasil, entre 2020 a 2022 ocorrerão 66.280 novos casos, sendo ele a atual principal causa de morte por tumor maligno no meio feminino. Ah! Homens não estão livres dessa condição: cerca de 1% dos casos são masculinos. Toda essa prevalência faz com sejam realizadas campanhas de prevenção precoce e detecção precoce amplamente veiculadas. Mas você sabe a diferença entre prevenção e detecção precoce?

Ambos os casos visam reduzir a mortalidade pelo câncer, mas por caminhos diferentes. A prevenção é feita quando a pessoa ainda não tem a doença e quer reduzir as chances de tê-la. O câncer de mama tem fatores de risco que não podemos modificar, como história familiar, alterações genéticas, idade, menopausa após 50 anos, além de fatores de risco que são modificáveis e aqui atua a prevenção. Os fatores que não alteramos são potencializados pelos que podemos mudar, que são tabagismo, sedentarismo, consumo de álcool, obesidade. Logo, a prevenção começa com novos hábitos de vida: exercícios físicos, alimentação balanceada, parar de fumar e beber. A adoção de práticas saudáveis reduz substancialmente o risco de câncer de mama.

Ok, mas onde entra a detecção precoce? Na mamografia. A detecção precoce é utilizada em pessoas que já têm a doença, em um estágio inicial, mas ainda não sabem. Ela é importante para aumentar as chances de cura. No Brasil, o rastreio está cada vez mais disseminado entre as mulheres: mamografia a partir dos 40 anos, feita de 2 em 2 anos até os 69, de acordo com a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). E devo fazer o autoexame? Ele é muito importante para o autoconhecimento do corpo.


Existem alterações na mama que podem aparecer durante a palpação e acendem um sinal de alerta para o câncer, como nódulos, retração de pele, mamilo invertido, alteração na textura da pele da mama, saída de sangue ou líquido transparente do mamilo. A mulher que realiza o autoexame e conhece seu corpo percebe essas alterações mais rapidamente, porém a ausência delas não exclui o câncer.

Com isso, a mamografia é ESSENCIAL para um diagnóstico rápido e aumenta as chances de o tratamento ser bem sucedido. Procure seu ginecologista ou médico de família para realizar sua mamografia! Seja pelo SUS, seja no particular, ela está lá para te fazer viver mais e melhor.


Paula Adamo é médica formada pela Universidade Federal do Paraná

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